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Karl Max larga estudos para vender drogas e é preso por tráfico no Rio

Quase homônimo do filósofo que é ícone das esquerdas, jovem deixou UFRJ para comerciar LSD e remédios contra impotência

Fabio Grellet

29 Abril 2015 | 10h18

Karl Max Azevedo Wiborg, de 23 anos, foi preso nesta terça-feira (27) no Rio, sob acusação de traficar drogas em academias de ginástica da zona sul da cidade.

Policiais  da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) descobriram que o quase homônimo do filósofo alemão Karl Marx (1818-1883), inspirador das revoluções socialistas do Século XX, mantinha um prosaico apartamento alugado no Rocha (zona norte da capital fluminense). Ali, acusa a  Polícia, o jovem Max guardava entorpecentes e outras substâncias proibidas.

“Ele trancou a faculdade (Pedagogia na UFRJ) e passou a importar e vender anabolizantes, termogênicos , comprimidos para impotência sexual e drogas, como o LSD”, afirmou o delegado Antenor Lopes Martins Júnior, titular da DCOD.

No apartamento em que o jovem Max morava com a família, na rua Senador Vergueiro, no Flamengo (zona sul), os policiais também aprenderam substâncias proibidas, além de comprovantes de depósitos de valores altos, que serão investigados.

Max foi autuado por tráfico de drogas e crimes contra a saúde pública. Pode ser condenado a até 15 anos de prisão. Ao ser detido, usava uma camiseta vermelha. Na delegacia, disse que precisava de dinheiro para ajudar a família e garantiu que, apesar do nome, é capitalista.