Público aproveita proximidade com ídolos no Rio Open
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Público aproveita proximidade com ídolos no Rio Open

A presença de famílias com crianças é grande nas arquibancadas do principal torneio de tênis da América do Sul

Ronald Lincoln Jr.

21 de fevereiro de 2015 | 10h00

A realização do Rio Open, principal torneio da América do Sul, é a oportunidade de fãs de tênis de todo o País verem de perto alguns dos principais ídolos do esporte. No interior do Jockey Club Brasileiro, onde ocorre o evento, os torcedores conseguem chegar perto de atletas como os espanhóis Rafael Nadal e David Ferrer, que figuram entre os 10 melhores do mundo.

bibiane

Cintia, Alexandre e os filhos Lara e Vinícius antes do jogo de Feijão (Por Marcos de Paula)

Na madrugada deste sábado, a torcida deu uma grande prova de paixão ao esporte ao permanecer na quadra central até depois de 3 horas da manhã, quando, enfim, Nadal derrotou o uruguaio Pablo Cuevas e se credenciou para a semifinal da competição. Os fãs do espanhol vibravam a cada ponto e após o jogo receberam a retribuição. Embora exausto, Nadal ficou por alguns minutos a autografar bolinhas e camisas dos torcedores.

A grande presença de famílias com crianças nas arquibancadas chama a atenção. A advogada Cintia Bibiane acompanhou o esposo Alexandre e seus filhos Lara, de 8 anos, e Vinícius, de 10, praticantes de tênis, ao Jockey. “Ter uma competição como essa aqui é um estímulo para essa juventude”, afirmou Cintia na tarde desta sexta-feira.

A princípio, as crianças queriam ir ao torneio principalmente pela presença de Nadal, mas ascensão de João Souza, o Feijão, fez crescer o interesse por acompanhar o brasileiro, que jogaria poucas horas depois pelas quartas de final. “Eu quero ver o jogo do Feijão”, revelou Vinícius. “Porque além de ser brasileiro, está em grande fase.”

O paraense Ricardo Cunha viajou ao Rio para acompanhar a competição. O empresário conversou com o Estado enquanto o filho Arthur pegava um autógrafo com Feijão, que atendeu ao público após o aquecimento. Cunha elogiou a iniciativa do evento. Mas, cobrou algumas mudanças.

“O torneio é muito bom principalmente para os nossos atletas. O que falta agora é uma estrutura física de tênis”, considerou Cunha, que também criticou a presença de cambistas na entrada do Jockey. “Tem tantos cambistas ali na frente, que acabam comprando os ingressos e deixando os torcedores sem bilhete.”

O Rio Open está sendo realizado pela segunda vez em uma estrutura montada. A expectativa é que após a Olimpíada a cidade tenha um local fixo para torneios.

 

 

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