A matemática da pandemia, do Oiapoque ao Chuí
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A matemática da pandemia, do Oiapoque ao Chuí

Morris Kachani

16 de abril de 2020 | 08h43

Assista à entrevista completa: https://youtu.be/Us4_4p2f-bQ

Por mais que os dados oficiais sejam incompletos e desiguais, ou que o cálculo do número de mortes e casos confirmados se limite aos casos graves testados que deram positivo, ou à sondagem de profissionais que trabalham na saúde, é possível se ter pistas do que a gente não sabe a partir do que já se sabe.
Amazônia e Fortaleza agonizam – só um bairro na capital cearense tem mais casos do que 10 Estados separadamente.
Amapá e Rondônia despontam como bolas da vez, e Santa Catarina, palco das carreatas bolsonaristas, também. Interior de São Paulo preocupa e a capital está longe do achatamento da curva; não sabemos se o que os números mostram são um iceberg ou uma pirâmide.
A doença vem se comportando de maneiras diferentes em lugares diferentes.
Mas algumas conclusões são óbvias: quanto maior a densidade demográfica, maior a chance da doença se espalhar. Onde houve menos isolamento, foi onde a doença mais cresceu.
Marcelo Soares, jornalista investigativo especializado em análise de dados, observa nesta entrevista a maneira como o vírus vem se espalhando pelo Brasil.

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