As redes sociais contribuem com a democracia ou a prejudicam?
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As redes sociais contribuem com a democracia ou a prejudicam?

Morris Kachani

08 de julho de 2020 | 11h57

Assista à entrevista: https://youtu.be/pHsqSw2mMDU

Como coibir os discursos de ódio preservando a liberdade de expressão?
Plataformas como Google, Facebook, YouTube, devem ser responsabilizadas por conteúdos publicados por terceiros?
O boicote publicitário ao Facebook anunciado por empresas como Unilever e Verizon, deve ser saudado?
E como o jornalismo consegue se sustentar em um modelo em que a maior parte do conteúdo é gratuita?
Para não falar em privacidade, e uso de dados dos usuários com fins marqueteiros. Robôs, disparos em massa em aplicativo de conversa privada…
Neste momento, o Congresso discute se aprova ou não um polêmico projeto que ganhou o nome de lei das fake news, no mesmo tempo em que o gabinete do ódio vem sendo desmobilizado a partir de um inquérito aberto no STF.
Como em todos assuntos complexos, não há “sins” nem “nãos” absolutos para as perguntas listadas. Uma coisa é certa. Não existe um sistema perfeito de vigilância, e mais interessante que coibir o conteúdo, é coibir o comportamento. Até porque a noção de autoria e rastreio na internet não funciona como nos velhos tempos.
A conversa com Francisco Cruz, doutor em direito pela USP, diretor do Internet Lab, plataforma de
monitoramento das políticas públicas relacionadas a tecnologia e a democracia no nosso país, remeteu ao slogan da Apple: pense diferente.

Ele apresenta uma visão crítica sobre a lei das fake news e explica o por que, inclusive discordando da deputada Tabata Amaral (co-autora do projeto), que para este canal afirmou que o marco civil da internet está ultrapassado.

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