Pondé: Filosofia e Ceticismo na Pandemia

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Pondé: Filosofia e Ceticismo na Pandemia

Morris Kachani

26 de maio de 2020 | 12h43

Assista à entrevista: https://youtu.be/dSzMX6kCKqQ

É bom lembrar que além de filósofo “pop”, Luiz Felipe Pondé tem formação em psicanálise freudiana e foi médico, tendo trabalhado por um ano no necrotério para aprender sobre anatomia.

A ideia desta entrevista foi sondá-lo ou melhor convidá-lo a retratar o que seria o inconsciente coletivo do brasileiro nos tempos de hoje.

Vieram como respostas a cobra que morde o próprio rabo, representando o conhecimento que gera caos e o eterno retorno do mesmo. Um pesadelo mítico, como se não tivéssemos horizonte.

Uma memória que vaga entre o autoritarismo do Estado Novo e uma esquerda faltante, que não aconteceu.

E politicamente, como ele se define? Interessante quando ele diz que o marketing na vida de hoje é permanente. E se coloca, corajosamente, como um crítico às elites – a elite econômica e a elite intelectual.

Só que não desceu direito a ideia de que é preciso cuidar dos pobres, porque se não eles cuidam da gente. Será que é por aí?

Outras perguntas que ele responde aqui.

Por que vivemos na época mais ridícula da história da humanidade até hoje?

O que ele tem contra alimentação balanceada e ciclistas?

Por que acreditar em um mundo melhor é uma prisão para o pensamento e para a alma?

Deus é a melhor solução?

*

“A pandemia mostrou as vísceras, trazendo à tona o que há de pior”

“Ao mesmo tempo em que se louva o corpo médico, a enfermeira tem medo de andar de metrô”

“Dizer que pandemia vai fazer um mundo mais solidário é uma piada. Aliás a história não mostra isso”.

“Silvio Santos quis colocar a reunião ministerial no ar, porque achou que ali se falava o que o povo quer ouvir. E o pior é que ele tem razão. Precisamos ter coragem para assumir isso”.

 

 

 

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