Zé Celso: a alegoria da pandemia
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Zé Celso: a alegoria da pandemia

Morris Kachani

14 de abril de 2020 | 15h33

Assista à entrevista completa: https://youtu.be/8ktQnCXjf-E

“Estamos sendo educados a não pegar o  vírus, mas devíamos ser educados a comer o vírus”.
“Depois da gripe espanhola, há exatamente um século, baixou uma pornografia doida, com a Carmen Miranda cantando, ‘disseram que o mundo ia se acabar, mas o mundo não se acabou”.
“O teatro tem o mesmo poder que a peste”.
“Bolsonaro vai ser expurgado pelo vírus, porque ele não acredita na vida”.
“Não acredito em resistência. Acredito em reexistência”.
“Os índios têm os maiores intelectuais de agora”.
“Este espasmo que o mundo mandou, precisa receber um sopro de vida. É um momento em que a arte tem que morrer e despertar as forças vitais mais poderosas, mais pestíferas”.

Sugestão do dia: tirar uma pausa de seus afazeres quarentenários para fruir desta leitura alegórica de nossos tempos pandêmicos performada por ninguém menos que Zé Celso Martinez Corrêa, verdadeiro patrimônio artístico brasileiro, estandarte vivo da antropofagia, aqui discorre sobre Oswald, Lina, Euclides, Marx (de “marxilar”), Nelson Rodrigues, Bacantes, candomblé… neste verdadeiro banquete do imaginário.

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