Faltam médicos para doentes mentais

Claudia Belfort

23 de março de 2010 | 23h51

Uma reportagem de Fabiane Leite publicada nesta quarta-feira no Estado de São Paulo comprova alguns dos relatos e opiniões postadas por diversos leitores do Sinapses. Os  serviços de saúde regulamentados em 2002 para substituir as internações em grandes hospitais psiquiátricos não têm profissionais suficientes para atender aos pacientes, não fazem acompanhamento e controle dos efeitos dos medicamentos utilizados. A conclusão é do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), que avaliou um terço dos 230  Centros de Atenção Psicossocial (Caps) do Estado de São Paulo.

Os serviços foram criados durante a reforma psiquiátrica, iniciada há mais de 20 anos no Brasil para evitar que pessoas com doenças mentais fossem isoladas em grandes hospitais psiquiátricos. Preveem equipes com diferentes profissionais de saúde, oficinas terapêuticas, tratamento médico e ações para reintegrar o paciente à sociedade. Procurado pela repórter, o Ministério da Saúde disse que vai analisar os dados. Já  Secretaria Estadual da Saúde não se manifestou.

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