100 anos de solidão

Tutty Vasques

17 de abril de 2014 | 19h30

A esquerda que um dia valeu a pena nos sonhos de Oscar Niemeyer morreu mais um pouquinho com Gabriel García Márquez.

Ficou para Fidel Castro a missão de fechar a tampa!

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: