A copa do humor involuntário

Tutty Vasques

06 de junho de 2010 | 09h14

ilustração pojucan

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A grande invasão já começou! Nos próximos dias, um exército de comentaristas esportivos toma de assalto, em definitivo, a programação de TV no Brasil. O direito de dizer ao vivo o que lhes vem à telha a qualquer hora do dia e da noite torna muito mais divertida a cobertura jornalística das copas. Seguem algumas pérolas capturadas nas transmissões de 2006, direto da Alemanha:

 

* “A torcida grita Deutschland, ou seja, Alemanha em alemão”, Cléber Machado (Globo).

* “Traduzindo para o português, ‘toco e me voy’ quer dizer não tá mais comigo”, Maurício Noriega (Sportv);

* “Hoje, o Felipão é tão adorado em Portugal quanto Pedro Álvares Cabral”, Marinho Peres (Sportv);

* “A Alemanha lembra o Rio Grande do Sul!” – Luciano do Valle (Band);

* “A Copa é um ser vivo”, Paulo Calçades (ESPN);

* “O que Gana tem de bom na frente, tem de ruim atrás”, Falcão (Globo);

* “Se caprichar a coisa entra”, Casagrande (Globo);

* “A tomada por trás é mortal para o árbitro”, José Roberto Wright (Sportv);

* “Para apitar, tem que soprar o apito”, Arnaldo César Coelho (Globo);

* “Sou contra blog, mas esse negócio de palestra motivacional também é dose”, José Trajano (ESPN);

* “ Nós, aqui, estamos em busca de Passárgada”, Márcio Guedes (ESPN);

* “Lugar de mulher não é na cozinha, é na Copa”, Carlos Alberto (Sportv);

* “Se macumba fosse coisa boa, o nome não seria macumba, seria boacumba”, Muller (Band);

* “Ninguém joga bem tão mal quanto o Brasil”, Renato Maurício Prado (Sportv);

* “Faltou liderança e insubordinação”, Marcelo Barreto (Sportv);

* “Eu concordo com tudo que a Fátima Bernardes diz”, Galvão Bueno (Globo);

* “É nós na Fifa”, Edu Elias (ESPN);

* “Hexa doeu, Brasil!”, Turma do Casseta & Planeta (Globo).

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