A maldição da Jabulani

Tutty Vasques

11 de junho de 2010 | 09h23

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Se alguma dúvida ainda havia sobre os fenômenos sobrenaturais que cercam a bola oficial da Copa do Mundo, veja só o que vem acontecendo com seus principais detratores na Seleção Brasileira: Júlio César se contundiu na primeira pelada que jogou; Luís Fabiano nunca mais sequer acertou a direção do gol; Felipe Melo está prestes a perder a vaga no time para Ramires.

Parece que só não puniu Júlio Batista – outro que desancou a Jabulani publicamente – porque, com ele no banco, ela se dá por satisfeita. O pior, tudo indica, já passou!

         E a boa notícia é que, na contramão da maldição da Adidas, Kaká pode, como por encanto, desencantar já na estreia do Brasil na Copa. A bola está lhe devendo uma força! Quando virou moda no noticiário pisar na Jabulani, o camisa 10 da seleção tratou-a com carinho verdadeiro naquela entrevista coletiva que terminou em beijinhos, lembra? Só faltou pedir desculpas pela afobação das primeiras impressões de seus colegas.

         Nada mais justo que, agora, a bola use um pouco de seus poderes sobrenaturais para ajudar o craque a resgatar seu prestígio. Não custa nada de vez em quando corrigir a trajetória de um passe ou de um chute a gol. Eu acredito nessas coisas. Você não?

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