A parada é o seguinte

Tutty Vasques

10 de fevereiro de 2010 | 06h39

ilustração pojucan

ilustração pojucan

O povão está confuso: afinal de contas, Lula e FHC são a favor ou contra a paradinha? Falta ao debate político em curso no noticiário um posicionamento mais claro em relação ao que andam discutindo pelos botecos. E não se fala em outra coisa depois que Rogério Ceni caiu na molecagem em cobrança de pênalti de Neymar e saiu em defesa da criminalização da paradinha, ao menos para menores de 21 anos.

Não é de hoje que o assunto divide opiniões entre quem é contra, a favor ou sustenta que o recurso do batedor precisa de limites, “não pode ser paradão”. A novidade no discurso de Rogério Ceni é a indignação que deu à sua queixa de perdedor sotaque de brasileiro cansado com tudo isto que aí está – tipo ‘basta!’, sabe? “Só no Brasil se pode fazer essas coisas!”, desabafou o goleiro.  FHC podia muito bem aproveitar a deixa pra dizer que no tempo dele não havia tanto abuso nas paradinhas, mas não! Resultado: ninguém sabe exatamente que parada é essa que o ex-presidente e seu sucessor andam comparando pelos jornais.

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