Arruda adere à moda Fidel

Tutty Vasques

14 de abril de 2010 | 08h30

Ainda abalada com a publicidade negativa para a marca nas últimas aparições públicas de Fidel Castro, a Nike sofreu mais um duro golpe em sua imagem cultuada pelos jovens em todo mundo: o ex-governador José Roberto Arruda deixou a cadeia na segunda-feira posando para as primeiras-páginas dos grandes jornais do Brasil vestido numa camisa branca que estampava no peito o inconfundível símbolo do maior fabricante de material esportivo do mundo.

A suspeita de que a alemã Adidas estaria por trás do marketing negativo, fornecendo material da concorrente a personalidades de reputação duvidosa em evidência no noticiário, voltou a ser assunto recorrente nas reuniões de diretoria na sede da empresa americana, no Oregon.

A paranóia é tamanha que já se especula, inclusive, sobre outros nomes que poderiam dar seguimento à campanha subliminar de difamação da logomarca na imprensa.

Encabeçam a lista de anti-garotos-propaganda em potencial o papa Bento XVI e o presidente Ahmadinejad, à frente de um time que a Nike estaria escalando para propor um novo tipo de patrocínio: quer pagar para que uns e outros não usem seus produtos. Dobram a oferta se toparem vestir Adidas!