As novas caras da política

As novas caras da política

Tutty Vasques

22 de abril de 2010 | 09h27

reprodução

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Um amigo da coluna fez a ronda nos bares de Belo Horizonte na véspera do feriado de meio de semana e contabilizou um total de oito moças que chegaram à sua mesa reclamando da barba de Aécio Neves. “Arranha muuuiiito, sô!” Ninguém na cidade leva a sério essa mania que toda mineira bonita tem de sugerir uma coisa de pele com o ex-governador, mas há tempos o neto preferido de dona Risoleta não despertava tanto a imaginação das louras da Savassi – ô, raça!

         Duas delas quase saíram no braço – precisou nosso amigo apartar os silicones –, numa acalorada discussão de ordem ortográfica: o Aécio teria barba cerrada ou serrada. “É serrada, sua tonta, com ‘s’ de Serra, entendeu?” Ninguém entendeu direito por que diabos o tucano resolveu mudar o visual. De homenagem a Tiradentes a demonstração de que, neste particular, é mais bem dotado que o Lula, fala-se qualquer coisa depois do terceiro chope no barzinho da esquina.

reoprodução

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 Mas, para quem vive reclamando a falta de caras novas na política, convenhamos, a barba espessa do Aecinho não deixa de ser uma mudança até certo ponto surpreendente. E não foi a única da semana: o gel de cabelo de Rogério Rosso, novo governador do DF, também chamou atenção pelo exagero! Repara só!

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