Chance ao pesadelo

Tutty Vasques

05 de março de 2010 | 09h17

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Lula quase cai da cama! Sonhou que sua comitiva circulava em Teerã junto com a má notícia que todo mundo teme receber sobre o paradeiro do premiado cineasta iraniano Jafar Panahi, “sumido” desde sua prisão na noite de segunda-feira. “De novo, não!” – despertou aos gritos! Não depois da morte daquele preso político cubano que levou a greve de fome às últimas consequências bem no dia da chegada do presidente a Havana.

Deus é Pai, não vai acontecer – “de novo, não!” -, mas não pode o Lula ficar dando esse mole todo ao pesadelo, a toda hora e à luz do dia. Não existe salvo-conduto para o inferno e o que ele tem passado de um lado para o outro, francamente, nem o Aécio Neves vai mais tantas vezes ao Leblon. O presidente tem todo o direito de querer visitar o Fidel, o Ahmadinejad, o Chávez, o saci-pererê e o boi da cara preta, mas depois não reclama se o chupa-cabra pegar ele no meio do sonho. Dona Marisa já não dorme direito há um tempão!

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