Distensão cerebral

Tutty Vasques

10 de março de 2010 | 09h29

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Você conhece alguém que, atravessando um momento de vida confuso que nem esse do Adriano, tenha entregue sua cabeça aos cuidados de dois psicólogos? O Flamengo deve achar que um só não daria conta dos 106 quilos de problemas de seu principal jogador! A diretoria do clube chamou logo dois profissionais especializados para acelerar a praxe esportiva das massagens nas ideias, a tempo de recuperar o Imperador para o clássico de domingo, contra o Vasco, no Maracanã. Sempre que recorre à Psicologia, o futebol brasileiro espera providências de pronto-socorro.

Adriano rasgou dinheiro em Milão para voltar ao Rio em busca da felicidade que, achava ele na época, encontraria no carinho da família, dos velhos amigos, da favela e, por fim, da raça rubro-negra. Se a procurasse num consultório de psicanálise, talvez não estivesse tão gordo. O que não quer dizer, necessariamente, que o Ronaldo Fenômeno também precise cuidar da cabeça. Se bem que mal não faria, né? O Roberto Carlos é outro que… Deixá pra lá!

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