Dublê de vice em exercício

Tutty Vasques

08 de junho de 2013 | 06h44

reproduçãoAssim como no cinema o protagonista de certos filmes volta e meia é substituído em cena por um profissional fisicamente parecido que se faz passar por ele na tela, o Palácio dos Bandeirantes podia contratar um dublê de Afif Domingos para o exercício da governança de São Paulo durante a estada de Geraldo Alckmin em Paris.

Precisaria ser alguém acostumado a não fazer nada sem perder a pose de gestor de coisa nenhuma. Para desempenhar bem o papel de Afif, convenhamos, tem que ter cara de homem público, pinta de homem público, roupa de homem público…

Não sei se o Museu Madame Tussauds trabalha pra fora, caso positivo, dependendo do preço por encomenda, um bom boneco de cera do meio vice-governador, meio ministro pode até sair mais em conta que o cachê do dublê de corpo presente.

Seja qual for a solução, nada é pior que essa conversa fiada sobre a “inconveniência” ou a “inadmissibilidade” da guarda compartilhada do Afif Domingos. Os paulistas têm mais o que fazer, meu!

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