Dupla nacionalidade da vez

Tutty Vasques

05 de julho de 2008 | 14h02

Houve um tempo em que era chique ser franco-argentino. Quando Luiz Favre apareceu, foi uma sensação. Teve gente que, depois, não fez gosto do casamento com Marta Suplicy, mas, justiça seja feita, o fato de ter virado padrasto do Supla não atrapalhou em nada a trajetória apagada que Favre vem construindo para si no Brasil.

Só lembrei dele agora por que, de repente, os franco-colombianos é que estão na crista da onda. Já viu família mais bonitinha que a da Ingrid Betancourt? A mãe conservada, os filhos corados, o ex-marido solidário, aquele sobrinho de paletó que, ao lado do Sarkozy, parece até gente grande, a irmã inseparável, o cunhado, o atual companheiro, tantos risos, quanta alegria.

O tempo dirá que destino Ingrid vai dar ao flagrante maravilhoso de felicidade que os Betancourt dividem nesses dias com o mundo, em particular com a França e a Colômbia. Tomara que Deus reserve pra ex-senadora algo mais grandioso que um blog.

Texto publicado neste sábado no caderno Metrópole, do ‘Estado’

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