E a privacidade do público, hein?

Tutty Vasques

19 Outubro 2013 | 06h03

ilustração pojucanNinguém perguntou ao Alexandre Frota o que ele acha dos argumentos do tal ‘Procure Saber’, mas o ex-marido da Cláudia Raia não deve estar entendendo nada desse papo de “direito à privacidade” do biografado. Sua recém-lançada biografia autorizada (‘Identidade Frota – A estrela e a escuridão – 5.0’) é, como se sabe, uma espécie de Guinness Book da evasão de privacidade.

O cara não serve de exemplo pra nada, mas descontando os exageros de sua personalidade egocêntrica e depravada, mantém com a privacidade mais ou menos a mesma relação promíscua praticada pela maioria dos artistas e afins, da Mulher Moranguinho ao Caetano Veloso. Sempre que lhes interessa aparecer nos jornais, nenhum deles dá a mínima para a privacidade do leitor.

Se todo mundo hoje já sabe que o Cauã Reymond se separou dia desses da Grazi Massafera por causa da Ísis Valverde, a culpa não é só da mídia e da curiosidade doentia do público. A indústria das celebridades vive disso. Procure pensar nisso também!