Era uma vez um príncipe…

Tutty Vasques

30 de junho de 2011 | 06h06

ilustração pojucanSó pode ser boato! Que diabos a noiva do príncipe Albert de Mônaco teria descoberto sobre a vida privada “nada exemplar” de seu futuro marido para, segundo o diário francês ‘L’Express’, tentar fugir do Principado às vésperas do casamento marcado para amanhã?

Será que não passaram de contos de fadas todos aqueles tórridos romances com Brooke Shields, Claudia Schiffer, Victoria Zdrok, Naomi Campbell e o escambau?

Será que foi pura fantasia o affair com a porta-bandeira Selminha Sorriso na festa dos 700 anos de Mônaco? Será que as princesas Stéphane e Caroline contaram à noiva algum segredo sobre a garçonete e a aeromoça que o irmão reconhece como mães de seus filhos?

Será que o príncipe preferia o nado sincronizado ao bobsled que praticava nas olimpíadas? Será que a fama de mulherengo e desportista que a imprensa alimentou nas últimas décadas não tem qualquer fundamento prático? Que diabos, afinal, a gente não saberia sobre o noivo de Charlene Wittstock?

Sei lá! Depois desse exame de DNA que tirou de FHC a paternidade de um filho guardado a sete chaves por quase duas décadas, sinceramente, tudo que me disserem sobre os príncipes eu desconfio. Ou não!

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