O eleitor é meio inocente!

Tutty Vasques

27 Novembro 2012 | 00h03

reproduçãoPor mais difícil que tenha sido para o paulistano definir seu candidato a prefeito nas últimas eleições, nada se compara ao dilema de todo brasileiro que atendeu ao chamado do site da Fifa para ajudar a escolher entre Fuleco, Zuzeco e Amijubi o nome do tatu-bola mascote da Copa de 2014.

Ganhou Fuleco, como poderia dar Russomanno ou Serra na sucessão de Kassab!

Por mais que nada justifique certos resultados das urnas, precisa ver também as opções que dão ultimamente ao eleitor antes de sair por aí crucificando o pobre coitado.

Fala sério: votar está ficando chato pra caramba!

Daí, talvez, o desinteresse da opinião pública quando foi chamada a batizar a bola da Copa no Brasil. Deu ‘Brazuca’ – à frente de ‘Bossa Nova’ e ‘Carnavalesca’ –, como poderia dar Chalita no lugar do Haddad.

Agora mesmo, a gente vê o desânimo na cara do povo sempre que é instigado nos botequins ou na internet a se manifestar entre Felipão, Tite ou Muricy para a vaga do Mano.

A indiferença, no caso, não é só uma sensação de “tanto faz”: vai que sua opinião coincida com a decisão que José Maria Marin tomará em janeiro – ninguém quer começar 2013 com este carma, né não?