O Esquerdinha da Rússia

Tutty Vasques

11 Setembro 2013 | 06h18

reproduçãoMal comparando, Vladimir Putin agiu como aquele massagista do Aparecidense, o Esquerdinha, para evitar o pior aos 44 minutos do segundo tempo. Precisou o presidente russo entrar em campo para espanar a guerra com esse papo mole de “controle internacional das armas químicas da Síria” pra boi dormir.

Tão fácil e, no entanto, ninguém mais indicado que Putin estava lá para defender a paz em cima da linha. Nem a Angela Merkel, que tem corpo para isso, teve qualquer impulso para impedir o que, sempre mal comparando, seria muito mais trágico que a eliminação do Aparecidense da série D do Brasileirão.

Sem querer aqui defender os recursos antidesportivos do massagista Esquerdinha, não é justo que ele seja pego para vilão do noticiário que destaca Vladimir Putin como herói do planeta.

Podia, ao menos, ter uma chance no São Paulo, que acaba de contratar Muricy Ramalho para salvador da pátria. Duvido que tenha competência para isso quando o Rogério Ceni falhar!