O fantasma do viralatismo

Tutty Vasques

21 de março de 2014 | 06h13

ilustração pojucanO time do Felipão não representa o futebol brasileiro que a gente vê por aí – no momento, aliás, graças a Deus! Se a seleção chegasse à Copa exibindo o melhor do esporte bretão que se pratica atualmente nos campos do País, francamente, estávamos perdidos.

Seja nos campeonatos regionais, na Copa do Brasil ou na Libertadores, é uma pelada atrás da outra! A se destacar, um erro de arbitragem, uma jogada desleal, um escorregão ou o Mano Menezes culpando quem vai na frente por ele estar atrás.

O torcedor brasileiro morre de vergonha quando vê os jogos da Liga dos Campeões da Europa na TV. Parece outro esporte! A diferença começa pelos estádios cheios, salta aos olhos no fair-play em campo e termina sempre em lances de pura genialidade que valem o ingresso.

Nosso complexo de vira-lata só não é completo porque a seleção, que não faz muito tempo parecia até pior que os nossos times do coração, de repente passou a representar o futebol que a gente gostaria de ter de volta por aqui.

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