O paciente zero do vírus da paz

Tutty Vasques

17 de março de 2010 | 09h28

Estudos preliminares sobre o tal “vírus da paz”, do qual Lula declarou-se portador inaugural, indicam que o presidente pode não tê-lo adquirido, como chegou a supor em Israel, no útero materno. Cientistas de todo o mundo reunidos em assembléia extraordinária para examinar que diabos é isso não descartam a possibilidade da coisa ser sexualmente transmissível. O que, cá pra nós, tornaria o contágio nada agradável no caso dos parceiros que todo mundo desejaria contaminar.

         O certo é que ninguém pega o vírus da paz que nem o da gripe e, se os pesquisadores não descobrirem logo como compartilhar com a humanidade esta febre de Justiça do Lula, logo vão inventar uma vacina contra a pandemia da boa convivência no Oriente Médio. É preciso agir rápido e, sussurram as entrelinhas do noticiário, Israel quer porque quer que Mahmoud Ahmadinejad seja a primeira vítima do presidente brasileiro. Se o vírus da paz inocular o líder iraniano, tanto melhor. Caso contrário, bem-feito!

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