O Rei está quase nu!

Tutty Vasques

14 de março de 2014 | 00h03

ilustração pojucanO inferno astral de Roberto Carlos não tem, pelo visto, data para acabar. Começou a chamuscar o Rei no calor daquele debate sobre as biografias não-autorizadas, pegou fogo em contato com o papelão de garoto-propaganda da Friboi e esta semana, desgraçadamente, o ‘New York Times’ decretou perda total da obra do artista: suas músicas, segundo crítica do jornal americano a um espetáculo de dança nelas inspirado, são um amontoado de “cópias inferiores e genéricas”.

É o tipo de desaforo que em geral rende pelo menos um artigo furibundo do Caetano contra a imprensa – por muito menos ele rodou a baiana pra cima dos críticos da Sandy –, mas, dessa vez, nem isso rolou! Que fase!

Os supersticiosos de plantão calculam que tudo mais foi para o inferno depois que o filho da Lady Laura usou uma gravata com detalhes vermelhos, interrompeu o jejum de carne e voltou a cantar “que o bem e o mal existem”. Seja lá o que for, convém adiar os planos de fazer as pazes com o marrom.

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