O último imperador

O último imperador

Tutty Vasques

13 de maio de 2010 | 09h27

reprodução

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Como tudo aconteceu praticamente ao mesmo tempo, as comparações são inevitáveis: a exemplo de Adriano na Seleção Brasileira que vai à África do Sul, Tuma Júnior praticamente se cortou da lista de altos funcionários do governo federal. A intimidade do secretário nacional de Justiça com o império do contrabando chinês fez mais barulho no noticiário que o trepidante fim do noivado do ‘Imperador’ que o Flamengo repatriou da Itália no ano passado.

Resultado: nem o técnico Dunga, nem o presidente Lula tiveram lá muito que explicar quando, na terça-feira, se livraram dos respectivos problemas cabeludos na administração de suas equipes. O delegado e o atacante fizeram igualmente por merecer, embora só para um deles a degola seja irreversível!

         Afastado por 30 dias de suas funções no Ministério da Justiça, Tuma Júnior alimenta ainda a esperança de que ninguém por aqui vá lhe dar muita atenção ao final de sua licença. Tem bons motivos para isso: a contagem regressiva para o que ele chama de “volta das férias” coincide com os dias que faltam para a abertura da Copa do Mundo. Se ele convocar uma coletiva de imprensa para a mesma hora do jogo estreia do Brasil na competição, já viu, né? Pode continuar “imperador” até o fim do ano.

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