Para cair no gosto do eleitor

Tutty Vasques

09 de abril de 2010 | 09h18

A buchada de bode é o clímax! Nenhuma campanha política que se preze no Brasil, ainda mais para presidente, começa pra valer sem as preliminares de uma empadinha de camarão, um pastel de carne, ovo cor-de-rosa, bolinho de bacalhau, torresminho, moela, pão de queijo…

         Lembra da coxinha de galinha que levou o Alckmin para o hospital em 2008?

Só depois do corpo-a-corpo de padaria a candidatura ganha peso para enfrentar o teste das comidas típicas regionais do eleitor: o feijão tropeiro da dona Antônia, o sarapatel da Ivete, o tutu à mineira da Tia Bebém, o churrasco do Carlão…

Vai nesse crescendo até a prova de fogo que todo mundo espera: precisa ter muito gosto pela Presidência para encarar uma buchada de bode e sorrir para fotos ao mesmo tempo!

É sempre assim, mas o que torna especialmente interessante as eleições deste ano é que nenhum dos candidatos parece ter estômago pra isso. Preferem inaugurar a comer!

Mas não têm escapatória! Resta saber quem vai morder primeiro, e o quê. Façam suas apostas! A imprensa publicará fotos dos candidatos sempre que eles comerem alguma coisa em público.

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