Porque me ufano das urnas eletrônicas

Tutty Vasques

07 Outubro 2014 | 00h02

reproduçãoTeorias conspiratórias sobre a violabilidade do sistema à parte, o Brasil é cada vez mais reconhecido lá fora como o país das urnas eletrônicas. Apesar das tentativas oficiais de criar um problema para resolver outro que não existe com a identificação do eleitor pelas digitais, a velocidade na apuração dos votos no domingo passado poupou muito ‘especialista’ por aí de quebrar a cara com prognósticos equivocados na TV. A rapidez com que os resultados iam sendo divulgados pelo TSE não deixava muito tempo para especulações na maior parte das vezes desnecessárias ou tendenciosas.

O Brasil promove a maior eleição informatizada do mundo sem choro nem vela dos derrotados nas urnas. Quem viveu a era da contabilidade das cédulas nos dias seguintes ao pleito sabe o tamanho do avanço. Não me lembro de progresso maior em nenhuma outra área de excelência brasileira reconhecida lá fora. Nem a Bruna Marquezine deu tão certo nesses últimos 18 anos de votação eletrônica no País!