Sexo explícito em delação premiada

Tutty Vasques

26 de novembro de 2013 | 02h04

ilustração pojucanO auditor fiscal Luís Alexandre Cardoso de Magalhães, figurinha carimbada da máfia do ISS em São Paulo, não é um ladrão como outro qualquer! Ele se apresentou no ‘Fantástico’ como uma espécie de Robin Hood do sexo: roubava dos cofres públicos para dar às garotas de programa.

“Já paguei R$ 5.000 para sair com uma dessas mulheres de capa de revista.” Os detalhes das noitadas em que “gastava de R$ 8 mil a R$ 10 mil” na farra correm em segredo de Justiça nesta que pode ter sido a delação premiada mais picante já praticada por um dedo-duro no Brasil. “O sexo era minha compulsão!”

Só se fala disso no Ministério Público Estadual que investiga as safadezas do ex-servidor, aí incluídas as imoralidades praticadas com empresas de construção civil.

Perito em criar dificuldades para vender facilidades, o tarado do ISS diz que “não há como bater na casa das moças para pedir o dinheiro de volta”, mas quem sabe se aumentarem o prêmio da delação ele topa, né?

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