Sigilos inquebráveis

Tutty Vasques

04 de junho de 2010 | 09h05

Adriano está tranquilo! Seu advogado garante que não vai ser com pedidos de quebra dos sigilos bancário e telefônico que o Ministério Público vai chegar a algo que o incrimine. O Imperador é casca grossa, tem privacidade à prova de “fortes indícios”, que, não é de hoje, pesam contra ele fora de campo. Seus sigilos são, praticamente, inquebráveis!

Que o diga Joana Machado, a loura meio-pesado que, em março, na tentativa de descobrir tudo sobre o namorado num baile funk, arrebentou os carros de Vagner Love, do zagueiro Álvaro e do atacante Dênis Marques, sem conseguir quebrar sigilo algum que justificasse a pancadaria que promoveu na subida do Morro da Chatuba.

Adriano tem muitos segredos, mas a maioria nem ele consegue desvendar. O que o trouxe de volta de Milão, por exemplo, é um mistério que seu anunciado regresso a Roma não quebra, pelo contrário, só faz reforça. O próprio Imperador não sabe direito quem ele é, vai descobrindo pelo caminho!

Por essas e por outras, Dunga não o levou à Copa. Jogadores da seleção não guardam segredos. Se não revelam nada surpreendente nas entrevistas coletivas, é porque não têm mesmo o que dizer de novo. Talvez seja mesmo melhor assim!

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.