Todo mundo é meio pastel!

Tutty Vasques

29 Agosto 2012 | 00h03

reproduçãoAgora é oficial: o “Melhor Pastel de São Paulo” é o da barraca Kyoto, mas, cá pra nós, em quem você votaria se tivesse que eleger o “Maior pastel de São Paulo” entre os candidatos a prefeito: Chalita, Haddad, Serra ou Russomano?

‘Pastel’, no caso, bem entendido como “indivíduo enfadonho, aborrecido, lerdo ou pateta”, segundo definição em verbete do Houaiss. “Esse cara é o maior pastel!” – diz-se do abestado.

Parece ofensivo, mas, embora o dicionário não registre, a expressão também tem uso carinhoso quando aplicada a um tolinho muito querido seu. “Deixa de ser pastel, amor!”

A Marília Gabriela só me trata assim – “Querido Pastel!” – e, sempre que chega e-mail dela, fico todo bobo, derretido, me achando o cara! Duvido que o Kassab, outro que leva o maior jeitão, não morra de ciúmes.

A verdade é que todos somos meio pastel, ainda que a metade recheada de uns não seja a mesma de outros! Mal comparando, você tem o Tufão da novela das 9 de um lado e, de outro, completamente diferente, o Levy Fidelix no horário eleitoral na TV.

São categorias diferentes de parvos, leve isso em conta quando eleger os 10 mais do Brasil (não vai esquecer do pastel do Vaccarezza, hein!).