Aha, uhu, a OMC é nossa!

Tutty Vasques

07 Maio 2013 | 18h53

A grande imprensa exagera um pouco quando diz que desde João Gilberto a Bahia não revelava ninguém tão genial quanto o embaixador Roberto Azevêdo, mas o ufanismo federal com o brasileiro escolhido para dirigir a Organização Mundial do Comércio tem lá sua razão de ser!

Só o fato de não ser mais um argentino se dando bem lá fora – ‘los hermanos’ emplacaram o papa e a rainha da Holanda no noticiário internacional dos últimos dois meses –, convenhamos, justifica a euforia.

É bem verdade que podia ser pior se o Messi não se contundisse antes das semifinais da Liga dos Campeões da Europa, mas só a contratação de Lula pelo ‘New York Times’ também não chegou a empolgar quem já perdeu as esperanças com o time do Felipão.

A vitória de Roberto Azevêdo em Genebra resgatou a autoestima até do brasileiro que nem sabe ao certo pra que serve a OMC. Os baianos, em especial, comemoram um título internacional que lhes estava engasgado na garganta desde a derrota de Marta Rocha no Miss Universo 1954!