Xô, baixo astral!

Tutty Vasques

30 de julho de 2012 | 22h39

ilustração pojucanAndaram espalhando pelos quatro cantos da Vila Olímpica que esta coluna secou o Diego Hypólito ao aqui aponta-lo no sábado como o atleta brasileiro mais próximo de um projeto pessoal de felicidade na Vila Olímpica.

Tá certo que exagerei, mas é mera coincidência o fato de que, justo no mesmo dia, o ginasta tenha mudado o destino de suas piruetas com aquele pouso de emergência na mais profunda tristeza da eliminação!

Enfim, quebramos a cara!

Claro que doeu muito mais nele, mas Diego precisa entender que são ossos do ofício – menos até de quem escreve, sair por aí dando duplo twist carpado é muito mais arriscado.

Um campeão mundial como ele não pode se deprimir a ponto de dizer com todas as letras nas redes sociais: “Amarelei!”

Baixo astral, como se sabe, pega: “O sofrimento de um é o sofrimento do outro”, definiu no domingo Daniele Hypólito, após superar o irmão em número de quedas. E ainda teve aquela choradeira toda pela anunciada aposentadoria de Daiane dos Santos.

Tomara que Sergio Sasaki e Arthur Zanetti, ginastas brasileiros ainda vivos na competição, estejam isolados deste clima de velório da equipe.

Vamos lá torcer pelos meninos, Diego! Sai dessa, rapaz!

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