Cegueira Sem Ensaio

Cegueira Sem Ensaio

Livro reportagem do jornalista André Barretto apresenta a vida real de 12 pessoas que ficaram cegas, a maneira como cada uma delas encarou essa nova situação e os diferentes processos de reabilitação. Ebook foi lançado neste mês e está disponível na Amazon. Autor busca parcerias para publicar obra em braille e audiolivro. Pré-venda da obra impressa já está aberta na página do escritor.

Luiz Alexandre Souza Ventura

17 Abril 2017 | 11h36

'Cegueira Sem Ensaio' é o primeiro livro do jornalista André Barreto. Imagem: Divulgação

‘Cegueira Sem Ensaio’ é o primeiro livro do jornalista André Barreto. Imagem: Divulgação

Mirlene ficou cega em decorrência de uma diabetes mal cuidada. José Carlos perdeu a visão em um acidente de moto. Hoje são namorados. E a história de cada um deles faz parte do livro ‘Cegueira Sem Ensaio’, do jornalista André Barretto, que narra a vida real de 12 pessoas que deixaram de enxergar, a maneira como essas personagens encararam a nova situação e os diferentes processos de reabilitação.

Este é o primeiro livro de Barretto, que está bancando sozinho todo o projeto. “Desde o começo, a meta é ter a versão em braille e também em audiolivro. Estou em contato com instituições desde o final do ano passado para tentar firmar parcerias que possibilitem a publicação dessas duas versões”, diz o autor.

A obra deve chegar às livrarias em breve, mas a pré-venda já está aberta na página do jornalista (clique aqui). Além disso, o eBook já pode ser comprado pela Amazon.

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“Um dos principais objetivos do livro é mostrar para pessoas que perderam a visão a importância do processo de reabilitação, que pode ser muito difícil e parte da aceitação”, explica André Barretto.

E, para chegar nessas pessoas, o caminho mais eficiente seria por meio dos centros de reabilitação. Por isso, o autor busca uma parceria com instituições especializadas para conseguir enviar o livro.

“Eu não tenho essa infraestrutura, não tenho a lista de locais”, destaca o jornalista. “Outra forma de conseguir bancar a distribuição, as versões em braille e audiolivro é por meio das leis de incentivo, mas ainda não consegui”, diz Barretto.

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