Coronavírus: guia acessível em Libras e áudio com 18 informações fundamentais

Coronavírus: guia acessível em Libras e áudio com 18 informações fundamentais

CONTEÚDO ABERTO PARA NÃO-ASSINANTES: Conteúdo original foi desenvolvido pelo Estadão e publicado em arquivo PDF para imprimir e compartilhar. Ferramentas incluídas em todas as reportagens do #blogVencerLimites fazem tradução para a Língua Brasileira de Sinais e transformam o texto em som. Não é preciso usar leitor de tela ou instalar software. ONU divulgou alerta para acessibilidade nas notícias e informações sobre a pandemia.

Luiz Alexandre Souza Ventura

18 de março de 2020 | 11h13


Descrição da imagem #pracegover: Uma mulher e uma menina conversam em língua de sinais. As duas são negras, vestem blusa branca. Crédito: Reprodução.


Duas ferramentas de acessibilidade digital produzidas por brasileiros, reconhecidas internacionalmente e que receberam aportes financeiros de grandes grupos mundiais de tecnologia, estão disponíveis no #blogVencerLimites.

Para ampliar o acesso às informações sobre o coronavírus para as pessoas com deficiência, o blog publica aqui, em texto, o conteúdo desenvolvido originalmente pela redação do Estadão em arquivo PDF, com 18 dicas básicas sobre o vírus, prevenção, contaminação, remédios e tratamentos.

A ferramenta Audima transforma o texto em áudio. Para ouvir, basta clicar no player fixado acima da primeira foto desse post.

E a solução da Hand Talk faz a tradução automática para Libras, a Língua Brasileira de Sinais. Para acionar o ‘Hugo’, intérprete virtual do sistema, é só clicar no botão azul à esquerda da tela com duas mãos em movimento.

Você não precisa ter leitores de tela ou aplicativos semelhantes no seu dispositivo, assim como não é necessário instalar nenhum software para ler ou escutar as informações.


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1- Por que se fala tanto em coronavírus?

Trata-se de um vírus novo, para o qual nosso sistema imunológico não está preparado. Não há remédio específico nem vacina.

2- Quais são os sintomas?

O principal é febre alta, acompanhada ou não de tosse, aperto no peito, falta de ar e dificuldade para respirar.

3- Todos vão ter os mesmos problemas?

Não. Cerca de 80% dos infectados
vão apresentar sintomas leves ou mesmo nenhum sintoma. Apenas os
casos mais graves são tratados em
hospital ou UTI.

4- Devo ir direto para o hospital?

Não. Primeiro, ligue para o seu médico. Vá até a unidade de saúde se, além dos sintomas, tiver viajado até 14 dias antes ou tiver tido contato com pessoas doentes ou sob suspeita de coronavírus.

5- Como é a 5 transmissão?

De pessoa a pessoa, por meio das gotículas do nariz ou da boca, que se espalham quando o paciente tosse ou espirra. Você também pode ser infectado se tocar em objetos e superfícies atingidas por essas gotículas. O vírus sobrevive
em superfícies inanimadas
por um período
de quatro a oito horas.

6- É transmitido pelo ar-condicionado?

Pelo duto, não. Mas a manutenção é aconselhável.


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7- O que faço para 7 prevenir?

– Lave as mãos com água e sabão por 20 segundos
com frequência
ou use álcool gel a
60%, pelo menos.

– Higienize celulares e outros
itens de uso frequente.

– Não compartilhe objetos de uso
pessoal.

– Evite tocar em olhos, no nariz e na boca sem que as mãos estejam higienizadas

– Proteja a boca
e o nariz com o braço ou um
lenço descartável ao espirrar ou tossir.

– Fique a pelo menos 1 metro de pessoas que estiverem tossindo ou espirrando.

– Procure evitar aglomerações.

8 – Devo usar 8 máscara?

Apenas pessoas com o sintoma da doença devem utilizar a máscara, que só deve ser usada uma vez. Segundo a OMS, o uso de máscara não é necessário em casos de pessoas que não
apresentam sintomas
da doença.

9- Há risco de usar o transporte público?

Ônibus, trens e metrô podem entrar na regra de aglomerações. Se não puder evitar, procure não tocar em superfícies e higienize as mãos assim que puder.

10- Posso viajar de avião ou fazer um cruzeiro?

De preferência, evite. O risco aumenta em viagens longas.

11- Por que idosos e doentes crônicos são considerados grupos de risco?

Nos dois casos, a principal explicação é a resposta imunológica deficiente do organismo. Como ainda não existe tratamento para a doença, as células de defesa do paciente precisam trabalhar para eliminar a ameaça.

12- Crianças têm maior risco?

As crianças têm sido pouco afetadas pela doença, tanto em relação ao número de casos quanto em relação à gravidade. Mas reforce as ações de prevenção.


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13- E as grávidas?

Por causa da alterações no corpo, é possível que elas sejam mais suscetíveis. Mas as medidas são as mesmas indicadas para outras pessoas, além de manter contato com o obstetra.

14- Devo estocar alimentos? E remédios?

Os especialistas dizem que não há necessidade.

15- Cães e outros pets podem pegar a doença?

O coronavírus atinge apenas humanos. Pets não desenvolvem a doença.

16- Como é o teste para diagnosticar o coronavírus?

Ele é feito a partir de material colhido das narinas e da garganta do paciente. O teste é oferecido pelo SUS. A rede privada também realiza o exame e os planos de saúde são obrigados a pagar os testes.

17-:Há tratamento para a covid-19?

Ainda não existe medicamento ou vacina para o coronavírus. Recomenda-se ingestão de líquidos, analgésicos e antitérmicos. Pacientes com desconforto respiratório necessitam de internação e podem precisar
de suporte em
unidade de terapia
intensiva.

18- Vacina contra a gripe protege contra o coronavírus?

Não. A gripe é causada por um vírus diferente, o influenza.



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