Coronavírus: São Paulo instala centro de acolhida emergencial para pessoas com deficiência e idosos

Coronavírus: São Paulo instala centro de acolhida emergencial para pessoas com deficiência e idosos

CONTEÚDO ABERTO PARA NÃO-ASSINANTES: Equipamento na região da Luz é o sexto criado pela Prefeitura para atendimento à população sem moradia durante a pandemia da covid-19. Funciona no local a Paraoficina Móvel, serviço da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência que faz manutenção em cadeiras de rodas, órteses, próteses, muletas, bengalas e andadores.

Luiz Alexandre Souza Ventura

10 de abril de 2020 | 11h17


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Descrição da imagem #pracegover: Na quadra de um ginásio poliesportivo, funcionários montam camas de metal com colchões forrados em tecido azul. Crédito: Divulgação.


A Prefeitura de São Paulo instalou na região da Luz um centro de acolhida emergencial para abrigar 68 pessoas com deficiência e 132 idosos sem moradia durante a pandemia do coronavírus. O equipamento, organizado em um ginásio poliesportivo, está aberto há uma semana e oferece kits de higiene, banheiros e refeições, além de orientar sobre prevenção e higienização.

O endereço não é divulgado para não sobrecarregar a logística da operação. Para indicar pessoas que precisam do serviço, basta procurar qualquer Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) ou Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), além da Guarda Civil Municipal (GCM).

A ação conjunta das secretarias municipais de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) e da Pessoa com Deficiência (SMPED) pretende centralizar o atendimento especializado e desafogar outros CTAs (Centro Temporário de Acolhida).

“É necessário aumentar os espaços entre as camas. Por isso, pessoas com deficiência e pessoas idosas estão sendo enviadas para esse centro. Queremos unificar nesse local as atividades de amparo e apoio para essa população”, explica Cid Torquato, secretário municipal da Pessoa com Deficiência. A pasta repassou recursos à SMADS e monitora o atendimento.

Entre os trabalhos voltados às pessoas com deficiência está a Paraoficina Móvel, que funciona em uma van com equipamentos, máquinas, ferramentas, peças de reposição e material para fazer reparos em cadeiras de rodas, órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção como muletas, bengalas e andadores.

É o sexto local criado pela Prefeitura de São Paulo para esse período de contenção da covid-19. Os outros cinco estão nas regiões da Sé, Santo Amaro, Santana, Mooca e Lapa, com 556 vagas no total.

Na Vila Clementino funciona um Centro de Acolhida Especial (CAE) para abrigar 38 pessoas em situação de rua diagnosticadas com covid-19.

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