Empresas e profissionais ignoram os benefícios da acessibilidade digital

Empresas e profissionais ignoram os benefícios da acessibilidade digital

Nesta quinta-feira, 16 de maio, é celebrado o Dia Mundial da Conscientização sobre Acessibilidade. O #blogVencerLimites conversou com executivos, arquitetos, designers, especialistas em tecnologia assistiva e na experiência dos usuários com deficiência na web para fazer um desenho do cenário atual. Apesar de fundamental para garantir autonomia a pessoas com deficiência na internet, a acessibilidade digital ainda é desconhecida e pouco priorizada, o que gera uma exclusão tão cruel quanto a falta de acessibilidade no mundo físico.

Luiz Alexandre Souza Ventura

16 de maio de 2019 | 18h48


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Descrição da imagem #pracegover: Uma criança com deficiência está na frente de um notebook, brincando com um jogo de memória na tela do computador, usando o browser acessível da Essential Accessibility, e tem uma expressão de espanto no rosto. Ao seu lado, a ex-secretária municipal da pessoa com deficiência de São Paulo, Marianne Pinotti, indica um ponto na tela. Crédito: Reprodução.


“Os movimentos de diversidade e inclusão no Brasil têm ampliado o espaço para a temática da acessibilidade na nossa sociedade”, afirma a jornalista Simone Freire, idealizadora do Movimento Web Para Todos.

Nesta quinta-feira, 16 de maio, é celebrado o Dia Mundial da Conscientização sobre Acessibilidade. O tema é sempre relacionado a soluções de mobilidade nas grandes cidades, especialmente rampas para cadeiras de rodas, mas esse conceito é muito mais amplo e, além de abranger todas as deficiências físicas, intelectuais, auditivas e visuais, contempla o mundo físico e o ambiente virtual.

“Criticamos locais sem acesso para cadeirantes, elevadores sem sinais sonoros e braile, além da falta de piso tátil em áreas de grande circulação, mas a acessibilidade digital e a falta de acesso no mundo virtual são pouco percebidas e abordadas”, diz a especialista.

“Apesar de aparentemente invisível, a falta de acessibilidade digital é, para as pessoas com deficiência, tão cruel quanto a falta de acessibilidade no mundo físico, porque a ausência desses recursos impede esse público de se relacionar, se divertir, estudar e consumir pela web”, comenta Simone.

Além da jornalista, o #blogVencerLimites conversou com profissionais do setor, executivos, arquitetos, designers, especialistas em tecnologia assistiva e na experiência dos usuários com deficiência na web para fazer um desenho do cenário atual.


Azul registra 4 milhões de traduções para Libras com Hand Talk


#blogVencerLimites – O mercado brasileiro ainda é muito resistente às mudanças e adaptações para tornar websites e outras plataformas acessíveis?

Simone Freire – Na verdade, não considero resistência, mas sim desinformação. Falta conhecimento sobre os benefícios de priorizar a acessibilidade nos projetos digitais. É bom para organização, para os negócios, para a marca e para a equipe envolvida no projeto.

Não se trata de assistencialismo, de ‘fazer o bem’, e sim de entregar um produto (site, sistema, aplicativo, email marketing, mensagem no whatsapp, vídeo institucional) que vai ser acessado por um maior número de pessoas possível, de maneira mais simples, mais fácil e mais rápida.

#blogVencerLimites – É fato, principalmente no varejo, que a acessibilidade digital fortalece o negócio. E há regras bem estabelecidas para isso. Ainda assim, o investimento das empresas em acessibilidade digital é baixo. O que fazer?

Simone Freire – A palavra-chave para reverter esse cenário é informação. E esse é o propósito do Movimento Web para Todos, que criei no final de 2017, fomentar a cultura da acessibilidade digital no Brasil por meio da troca de informação e experiências, e pela formação de especialistas na temática.

Empresas e profissionais da área desconhecem os benefícios e, pior, criam mitos de que praticar a acessibilidade digital é caro, deixa o projeto feio e que é muito difícil.

O acesso à informação é o caminho para derrubar essas inverdades e mostrar para a sociedade que, assim como hoje é vergonhoso para a sua marca ter um site que não funciona em smartphones, será muito pior ter um site que não possa ser visitado pela população que tem deficiência.

#blogVencerLimites – O decreto nº 9.759/2019, assinado no mês passado pelo presidente Jair Bolsonaro, pode acabar com o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). Qual a sua avaliação sobre essa possibilidade?

Simone Freire – O CGI é uma organização global que mantém sua atuação independente do governo e das operadoras. Considerando o propósito e a essência da entidade, na minha opinião, sua eventual extinção – e a especulação de que suas responsabilidades sejam transferidas para a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) – será um triste retrocesso para a internet brasileira.


“O acesso à informação derrubar inverdades”


Aurélio Pimenta, diretor na América Latina da eSSENTIAL Accessibility™, multinacional canadense especializada em acessibilidade digital e tecnologia assistiva, com escritórios no Brasil, Estados Unidos e Canadá.

#blogVencerLimites – Qual é o cenário atual para negócios em acessibilidade digital?

Aurélio Pimenta – A situação está melhorando. O mercado aguardava o resultados das eleições do ano passado. Após a vitória de Jair Bolsonaro, surgiu um sentimento exagerado de otimismo. Muitos empresários observaram a nova gestão de maneira positiva, principalmente pela presença de ministro Paulo Guedes, com perfil bastante liberal e ideias inovadoras.

Acontece que a equipe de frente do atual governo é politicamente desajeitada e tem discursos desencontrados. Por isso, houve novamente um freio, mas aquele otimismo inicial resultou em alguns desbloqueios. Nos anos de 2017 e 2018, tudo estava parado, com a expectativa das eleições, mas a mudança de comando gerou novo movimento. É fato que ainda não está bom, mas estaria pior se o resultado da eleição fosse outro.

A acessibilidade digital já é mais conhecida, o que tem motivado a ampliação da busca por recursos, o que tem feita a procura pelo nosso trabalho aumentar.

#blogVencerLimites – Essa procura maior se concretiza em novos contratos?

Aurélio Pimenta – Sim. Nestes primeiros meses de 2019 conseguimos novos clientes de grande porte, o que representa um crescimento de aproximadamente 25% da nossa carteira.

#blogVencerLimites – Ainda há dificuldade de ampliar o conhecimento das empresas sobre o que é a acessibilidade digital?

Aurélio Pimenta – Está melhorando, mas ainda é comum as empresas nos procurarem no desespero porque foram processadas por não terem acessibilidade em seus websites. Pedem um orçamento urgente, mas sabem quais são as próprias necessidades, não conhecem as diretrizes que existem e não compreendem que precisamos entender aquele negócio antes de fazer uma proposta comercial.

As empresas não sabem por onde começar, não sabem dar o primeiro passo. Nesse sentido, o Movimento Web Para Todos é importante porque, mesmo com meta comercial, há uma linha de educação, porque as empresas não vão comprar soluções se nem sequer sabem qual é o problema.

#blogVencerLimites – Mesmo no varejo?

Aurélio Pimenta – Sim, mesmo no varejo. Temos contratos assinados agora que estão em negociação desde 2013. E isso aconteceu porque esse clientes percebeu a necessidade da acessibilidade digital, mas também porque seus concorrentes já estavam oferecendo isso.

#blogVencerLimites – Qual a sua avaliação sobre o possível encerramento do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br)?

Aurélio Pimenta – O Brasil está em crise, não tem dinheiro. E com essa situação estabelecida, a falta de recursos afeta todos os setores. A gestão anterior era caótica, o País não tinha rumo, havia descaso total com o dinheiro público. Quando pensamos em órgãos que representam causas muito nobres, mas muito mal administrados, temos que entender as modificações e suas etapas.

É claro que também há problemas atuais na gestão dessa transição, que passam pelas limitações políticas do presidente, mas eu acredito que não há desonestidade nem falcatrua.

O CGI.br tem um papel muito importante e, se realmente for encerrado, fará falta, mas eu não acredito que isso vai acontecer.

#blogVencerLimites – O Brasil tem um escritório do Consórcio World Wide Web (W3C), vinculado ao CGI.br, além de leis e normas técnicas que tratam da acessibilidade, mas isso parece não ter resultado concreto. Como mudar essa situação?

Aurélio Pimenta – É uma honra para o Brasil ter uma representação do W3C. Há países mais desenvolvidos e com políticas sociais e digitais muito mais estabelecidas que não têm. O Reinaldo Ferraz, que comanda a área de acessibilidade do consórcio brasileira, faz um excelente trabalho.

A mola mestra da acessibilidade no País, no entanto, tem de ser a legislação. E, apesar de haver a Lei Brasileira de Inclusão, a parte dessa legislação que trata da acessibilidade digital ainda não está regulamentada. Além disso, a própria LBI não é clara nesse tema, não determina os critérios a serem obedecidos, não indica referenciais. E isso gera mais dificuldades para as empresas que são processadas. Sendo assim, a prioridade tem de ser a regulamentação da Lei Brasileira de Inclusão e o esclarecimento sobre os critérios.

#blogVencerLimites – E a situação nos Estados Unidos e no Canadá?

Aurélio Pimenta – A legislação sobre acessibilidade no Brasil é melhor do que nos Estados Unidos, que nem uma lei específica para acessibilidade online, mas nós crescemos muito porque lá um website é considerado lugar público. Então, a Justiça americana aceita ações de pessoas que se sentem discriminadas por um lugar público – neste caso, um website – que não é acessível.

Em 2015, foram 57 ações. Esse número subiu para 262 em 2016, chegou a 814 no ano seguinte e atingiu 1053 processos em 2018 (até junho), segundo o escritório internacional de advocacia Seyfarth Shaw. E lá a lei é cumprida, quem é processado e perde tem de pagar rapidamente.

Aqui no Brasil, o número de ações judiciais do mesmo tipo está crescendo, sempre somos procurados por empresas que estão nesse processo.



Alexandre Ohkawa, surdo, arquiteto e gestor cultural.

#blogVencerLimites – O que um projeto precisa contemplar para ser realmente acessível para todas as pessoas?

Alexandre Ohkawa – Em qualquer projeto ou pesquisa, seja no meio físico ou digital, é necessário ter vontade política e empatia desde a fase inicial de planejamento. Assim, o orçamento já contemplará mediação e diálogos acessíveis, envolvendo pessoas com algum tipo de deficiência. E isso vale tanto na esfera pública quanto na privada. É importante a participação direta dessas pessoas em todas as fases do projeto para haver de fato a inclusão e soluções mais assertivas.

Eu, por exemplo, costumo dar workshops a profissionais de diversas áreas que não têm nenhuma perda auditiva para que eles consigam sentir na pele as dificuldades dos surdos. Esse é um caminho mais no sentido da sensibilização, que já ajuda bastante, mas não substitui o envolvimento direto das pessoas com deficiência nos projetos.

#blogVencerLimites – O que falta para que projetos físicos e digitais sejam plenamente acessíveis para surdos?

Alexandre Ohkawa – Em primeiro lugar, é preciso considerar que há vários perfis de surdos. Há aqueles que nasceram surdos e tiveram toda sua base educacional feita em Libras (Língua Brasileira de Sinais), há outros que perderam a audição ao longo da vida por diversos motivos e que foram alfabetizados em português. Há também aqueles, como eu, que utilizam implantes cocleares, que geralmente têm uma boa audição, perda leve a moderada. Portanto, cada caso é um caso, varia muito de surdo para surdo. Esses são apenas alguns exemplos do universo dos surdos que é muito amplo e complexo.

Assim, o que falta aos projetistas em geral é entender esses perfis e as necessidades específicas de cada um. Nas redes sociais, por exemplo, faltam legendas em português e janela de Libras nos vídeos. No messenger do Facebook e nos aplicativos de relacionamento não há como enviar mensagens de voz para um conversor de áudio em texto. Já no WhatsApp e no Telegram, conseguimos enviar as mensagens de voz para esse aplicativo conversor, mas a qualidade da tradução deixa muito a desejar e muitas vezes nem é possível compreender o que a outra pessoa disse.

Nos sites em geral é preciso também ter janela de Libras para que o texto seja interpretado na língua de sinais, já que existem muitos surdos que se comunicam prioritariamente neste idioma. Nas lojas virtuais também faltam canais de relacionamento com o consumidor surdo que não seja por telefone ou chatbot. Nas plataformas de ensino a distância quase nunca vemos legendas e Libras.

Falta também meio de comunicação direta nas situações de emergência, como seguradoras de carro, planos de saúde, polícia militar, hospitais etc. Normalmente, o que se encontra são apenas números telefônicos.

Esses são apenas alguns exemplos de dificuldades enfrentadas no mundo virtual.

No meio físico faltam intérpretes de Libras em praticamente todos os estabelecimentos e algum outro meio de comunicação por escrito. Assim, fica praticamente inviável para nós assistirmos palestras e aulas, por exemplo, ou ter autonomia em lojas, restaurantes, bancos, museus etc. Nos aeroportos é também sempre muito complicado, pois informações sobre mudança de voos ou portões são anunciadas sempre no auto-falante, só para citar um dos problemas nestes locais.

Por fim, acho importante pontuar que o uso do avatar que faz interpretação em Libras não deve ser usado em EAD, noticiários, julgamentos, delegacias, clínicas médicas e hospitais. Nestes lugares, a presença de um intérprete humano, com formação naquela área específica, é crucial para o perfeito entendimento da mensagem. Ou seja, é preciso entender que Libras é o segundo idioma oficial do Brasil e que tudo tem que ser pensado e planejado para que esta língua também esteja presente em todo lugar, dando ao usuário a opção de escolha.


“Projetos de acessibilidade precisam ter participação de pessoas com deficiência”


Leonardo Gleison Ferreira, técnico em tecnologia assistiva da Laramara (Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual).

#blogVencerLimites – Qual é o cenário atual da tecnologia assistiva no Brasil?

Leonardo Gleison Ferreira – Atualmente, estamos passando por um momento de mudanças rápidas em relação às tecnologias para pessoas com vários tipos de deficiência.

Grandes empresas do ramo de tecnologia, como Apple, Amazon, Google, Microsoft e outras, desenvolvem soluções de acessibilidade nativas para seus dispositivos, o que está impulsionando o desenvolvimento de aplicativos para as mais diversas finalidades, tornando obsoletos vários equipamentos antes considerados de última geração, por exemplo, os antigos identificadores de cores e os leitores de dinheiro.

#blogVencerLimites – Como o avanço da tecnologia assistiva pode mudar a web e tornar a rede realmente acessível?

Leonardo Gleison Ferreira – Com maior penetração da web entre os usuários com deficiência visual, impulsionada pelos recursos de acessibilidade oferecidos pelos fabricantes, bem como pela facilidade no manuseio dos dispositivos móveis.

É natural que, em algum momento, esses usuários se deparem com alguma tarefa que precisa ser realizada pela internet.

Esse movimento gera uma grande demanda por acessibilidade nos sites e nos aplicativos mobile, o que pressiona o mercado a oferecer soluções acessíveis para 45,6 milhões de clientes em potencial, colocando empresas e governo de frente para uma realidade até então inesperada: pessoas com deficiência também consomem.

#blogVencerLimites – O que é melhor: recursos de acessibilidade na mão do usuário, por meio de aplicativos que esse usuário instala em seus dispositivos, ou implementados nos websites e outras plataformas por seus administradores?

Leonardo Gleison Ferreira – A tecnologia assistiva deve fazer o papel de intermediário entre o usuário e a aplicação, seja para um site na web ou um aplicativo no dispositivo.

É importante que o usuário tenha instalada a tecnologia que mais gosta de utilizar, permitindo que a empresa se preocupe apenas em desenvolver seus sites e aplicativos seguindo os melhores padrões de desenvolvimento acessível, garantindo assim a interoperabilidade entre plataforma e os recursos de acessibilidade dos usuários.


“Pessoas com deficiência também consomem”


Odilon Gonçalves, gerente de projetos e UX (user experience ou experiência do usuário), especialista em acessibilidade.

#blogVencerLimites – É possível qualificar a atual experiência de usuário das pessoas com deficiência no que diz respeito à acessibilidade digital? Se sim, qual é esse cenário?

Odilon Gonçalves – Percebo que existem usuários com deficiência que ‘aceitam’ os poucos recursos de acessibilidade que são oferecidos por falta de opção. Eles se sujeitam a situações precárias de navegação, pois a internet, apesar das dificuldades, trouxe uma nova perspectiva de vida e de autonomia para eles. Ainda assim, esses usuários curiosos são minoria frente aos mais de 45 milhões de pessoas com alguma deficiência no Brasil. A maioria acaba desistindo, como qualquer usuário que tem dificuldade com uma tecnologia.

Se pensarmos no potencial consumidor que esse público tem, não dá para entender porque praticamente todos os e-commerces brasileiros não estão adaptados para que pessoas com deficiência possam finalizar uma compra ou que a maioria dos bancos ainda não estejam com bom índice de acessibilidade em seus sistemas.

O cenário ainda é muito ruim até para sites governamentais. Menos de 5% dos sites brasileiros estão preparados para navegação de pessoas com deficiência. Então, podemos pensar que a minoria dos profissionais de web se preocupa em como pessoas com deficiência irão navegar.

#blogVencerLimites – A experiência dos usuários com deficiência é realmente considerada?

Odilon Gonçalves – Hoje em dia existem muitos validadores que, automaticamente, avaliam a acessibilidade de sites. Eles são úteis, mas não substituem uma validação humana justamente por não conseguirem identificar a experiência de navegação de um usuário. Pessoas com deficiência têm hábitos de navegação tanto quanto qualquer pessoa e muitos profissionais de web esquecem disso.

É fundamental contemplar uma etapa de planejamento, antes de começar as partes de arquitetura, design e programação de um site, pois é ali que será possível mapear comportamentos e construir o projeto com bases sólidas.

Existem cegos que, ao acessar sites pelo celular interagem muito mais com a região inferior da tela (no rodapé), enquanto outros interagem mais com o topo da tela. Isso te faz pensar em locais estratégicos para colocar links relevantes, evitar as áreas centrais e laterais da tela.

#blogVencerLimites – Acessibilidade é item básico em todos os projetos? Se sim, por que ainda há tantos problemas?

Odilon Gonçalves – O mercado de desenvolvimento web ainda não considera a acessibilidade como item básico, infelizmente. Criamos o Movimento Web Para Todos justamente para conscientizar os profissionais e tornar as premissas de acessibilidade como itens essenciais para qualquer desenvolvimento.

Nosso pensamento é que, assim como todos os sites precisam ser desenvolvidos de forma responsiva, todos deveriam, desde o início, ser criados com acessibilidade.

O volume de problemas está ligado à falta de informação e decisões agressivas vinculadas a estratégias de marketing e a formas de atrair a atenção do público.

A maioria dos profissionais desconhece o impacto positivo que a acessibilidade pode trazer para todos os públicos e que é possível criar qualquer tipo de solução web com acessibilidade, sem temer por sites feios, limitados e engessados. Queremos eliminar esses mitos da cabeças dos desenvolvedores.

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