Estudantes ganham prêmio por criação de prato biodegradável de amido do cará-moela

Estudantes ganham prêmio por criação de prato biodegradável de amido do cará-moela

Manuella Gonçalves e Mariana Cardoso, ambas de 17 anos, alunas da rede pública estadual em Campinas, desenvolveram produto como alternativa ao plástico usado em festas. Projeto foi classificado para a Feira Brasileira de Ciências e Engenharia.

Luiz Alexandre Souza Ventura

17 de fevereiro de 2021 | 12h19

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Foto de Mariana Cardoso, que está à esquerda, tem pele morena, cabelos longos e encaracolados, e de Manuella Gonçalves, que está à direita, tem pele morena, cabelos longos e lisos. Ambas têm 17 anos, vestem jaleco branco, estão sorrindo e olhando para a câmera. Crédito: Divulgação.

Descrição da imagem #pracegover: Foto de Mariana Cardoso, que está à esquerda, tem pele morena, cabelos longos e encaracolados, e de Manuella Gonçalves, que está à direita, tem pele morena, cabelos longos e lisos. Ambas têm 17 anos, vestem jaleco branco, estão sorrindo e olhando para a câmera. Crédito: Divulgação.


Um material gelatinoso, semelhante ao plástico, mas que se decompõe em aproximadamente seis meses, obtido com o uso de um biopolímero extraído do amido do cará-moela, tubérculo que nasce em planta trepadeira, tem alto rendimento e se reproduz com facilidade. Essa é a base do projeto ‘Bioutensílio’, desenvolvido pelas estudantes Manuella Cristina Rodrigues Gonçalves e Mariana Cachator Cardoso, ambas de 17 anos.

Apresentada no final do ano passado como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do ensino médio em técnico de Meio Ambiente da Etec (Escola Técnica Estadual) Conselheiro Antonio Prado, em Campinas, no interior de SP, a proposta foi premiada na 8ª Mostra de Ciências e Tecnologia do Instituto 3M. Ficou em segundo lugar na categoria Ciências Exatas e da Terra.

O projeto também está entre os finalistas do Centro Paula Souza (CPS) para a Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), que será virtual, entre 15 e 27 de março.

A ideia surgiu como alternativa a pratos, copos e talheres de plástico convencional, o Poliestireno, que pode demorar centenas de anos para desaparecer completamente do meio ambiente, e a grande quantidade de lixo descartado após festas.


REPORTAGEM COMPLETA EM LIBRAS (EM GRAVAÇÃO)
Vídeo produzido por Helpvox com a versão da reportagem na Língua Brasileira de Sinais pela tradutora e intérprete Milena Silva.


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