Gastronomia para inclusão

Gastronomia para inclusão

Luiz Alexandre Souza Ventura

20 de março de 2014 | 11h33

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O que você precisa saber sobre pessoas com deficiência

Foto: Divulgação

“Cozinhar é transformar. Não são apenas os ingredientes que viram refeições. As pessoas também mudam muito nesse processo”. A afirmação de Simone Berti, que criou com o marido Márcio o Instituto Chefs Especiais, resume o conceito aplicado no trabalho realizado desde 2006 com jovens que têm Síndrome de Down.

O casal decidiu usar a gastronomia para valorizar o potencial dessas pessoas. “É uma atividade transformadora que dá autonomia”. Em 2013 foi inaugurada, em São Paulo, a sede do instituto, no bairro de Higienópolis. Cada aula tem, em média, 15 alunos. Com a ajuda de voluntários, eles aprendem receitas práticas feitas com ingredientes simples e acessíveis, para que possam reproduzir em casa.

“Queremos que os alunos conheçam um mundo diferente daquele em que estão acostumados a viver. Por isso, sempre convidamos chefs e pessoas que trabalham na área para conhecer o projeto”. Entre os voluntários que já participaram estão Carlos Bertolazzi (Per Paolo, Zena Caffé), Olivier Anquier (apresentador do programa Diário do Olivier, exibido na GNT) e Rogério Shimura (Levain Escola de Panificação e Confeitaria).

Nesta sexta-feira, 21, Dia Internacional da Síndrome de Down, dois alunos, Laura e Paulo, serão professores. No cardápio, um rocambole e um drink especial.

O Instituto Chefs Especiais tem apoio da JBS, maior processadora de carnes do mundo e detentora de marcas como Friboi, Seara e Swift.

Foto: Divulgação

 

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