Governo do RJ vai mapear pessoas com deficiência para vacinar contra a covid-19

Governo do RJ vai mapear pessoas com deficiência para vacinar contra a covid-19

Meta é atender a necessidade de cada região e enviar a quantidade correta de doses. Locais de vacinação específicos para a população com deficiência serão definidos. Pedido foi apresentado pelo deputado federal Otavio Leite.

Luiz Alexandre Souza Ventura

21 de janeiro de 2021 | 20h08

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Foto de várias pessoas reunidas em volta de uma mesa. À esquerda, de braços cruzados, está o secretário estadual de Saúde do Rio de Janeiro, Carlos Alberto Chaves, e ao lado esquerdo dele, vestindo paletó azul marinho, está o deputado federal Otavio Leite. Crédito: Divulgação.

Descrição da imagem #pracegover: Foto de várias pessoas reunidas em volta de uma mesa. À esquerda, de braços cruzados, está o secretário estadual de Saúde do Rio de Janeiro, Carlos Alberto Chaves, e ao lado esquerdo dele, vestindo paletó azul marinho, está o deputado federal Otavio Leite. Crédito: Divulgação.


O governo do Rio de Janeiro vai mapear o número de pessoas com deficiência no estado, seus municípios de residência e definir uma distribuição correta de doses da vacina contra covid-19, específicas para essa população.

A decisão foi tomada nesta quinta-feira, 21, após um pedido apresentado pelo deputado federal Otavio Leite (PSDB-RJ), que é membro da Frente Parlamentar de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência do Congresso Nacional, em reunião com o secretário de Saúde, Carlos Alberto Chaves, representantes do Instituto Benjamin Constant (IBC), do Instituto Nacional de Educação dos Surdos (INES), da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae Brasil), da Federação das Pestalozzis e da Federação das Instituições de Pessoas com Deficiência (FEBIEX).

“Esse planejamento é fundamental para que se saiba a ordem de grandeza das pessoas a serem vacinadas e organizar pontos específicos de vacinação, em parceria com as instituições que trabalham pela causa das pessoas com deficiência”, explica o deputado.

Maria Odete Santos Duarte, diretora do Instituto Benjamin Constant, lembrou que pessoas com deficiências visuais precisam usar as mãos. “Torna ainda mais difícil a adaptação durante a pandemia. Trazer essas informações e saber que essas pessoas poderão ter atendimento diferenciado é fundamental”.

“Esse movimento é importante para outras ações da vigilância. Poderemos sentar e conversar com os municípios, que são os responsáveis por realizar as ações na ponta”, afirma Claudia Mello, subsecretária de Vigilância em Saúde.


REPORTAGEM COMPLETA EM LIBRAS (EM GRAVAÇÃO)
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