Livro ‘Na Minha Pele’ conta histórias de pessoas com dermatite atópica

Livro ‘Na Minha Pele’ conta histórias de pessoas com dermatite atópica

Publicação com distribuição gratuita foi escrita por Chico Felitti. Projeto tem podcasts e vídeos com pacientes e médicos. Doença crônica de pele provoca inflamações e coceira intensa. Afeta a vida pessoal, a evolução profissional e pode causar depressão.

Luiz Alexandre Souza Ventura

30 de abril de 2021 | 09h45

Foto de uma mulher coçando o braço. Crédito: Divulgação.

Descrição da imagem #pracegover: Foto de uma mulher coçando o braço Crédito: Divulgação.


Está liberado para download gratuito o livro-reportagem ‘Na Minha Pele – Histórias de Quem Vive com Dermatite Atópica’, escrito pelo jornalista Chico Felitti, com coautoria de Mirella Santos e Beatriz Trevisan.

Chico Felitti é autor de ‘Ricardo e Vânia: o maquiador, a garota de programa, o silicone e uma história de amor’, lançado pela editora Todavia e finalista do Prêmio Jabuti em 2020. Também escreveu ‘A Casa – A história da Seita de João de Deus’ e criou os podcasts ‘Além do Meme’ e ‘Elke: Mulher Maravilha’.

Para escrever ‘Na Minha Pele’, Felitti entrevistou dezenas de pessoas. O livro reúne relatos sobre a busca por um diagnóstico e a luta para controlar a doença, além do combate ao preconceito.

O projeto tem apoio da Sanofi Genzyme e uma página especial (clique aqui). Podcasts e vídeos de pacientes e médicos complementam a iniciativa. A meta é ampliar o conhecimento sobre a doença e suas consequências, além de divulgar informações científicas para fortalecer a confiança nos tratamentos.

Dermatite atópica é uma doença crônica, não contagiosa, que gera inflamação nas camadas mais profundas da pele, provoca lesões e coceira intensa. A condição prejudica a qualidade de vida, gera discriminação no local de trabalho, em escolas, faculdades e até no transporte público, segundo pesquisa do Instituto Ipsos, da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai) e da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Adolescentes com dermatite atópica podem ter problemas de autoconfiança, depressão e buscarem o isolamento, principalmente durante as crises, para evitar bullying.

Há também reflexo na vida profissional, com ausências por 21 dias, em média, durante o ano, de acordo com estudo do Instituto Ipsos.




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