O papel do design na acessibilidade

O papel do design na acessibilidade

Debate online promovido pelo 'Diversidade na Rua' aborda o tema. Bate-papo aberto será mediado pelas designers Carolina Fillmann e Tainá Bueno nesta quarta-feira, 16, a partir das 19h. Para participar, basta acessar o site do projeto e fazer um cadastro.

Luiz Alexandre Souza Ventura

14 Agosto 2017 | 11h29

Para participar, acesse www.diversidadenarua.cc/debate e faça um cadastro. Imagem: Divulgação

Para participar, acesse www.diversidadenarua.cc e faça um cadastro. Imagem: Divulgação


Pessoas são o ponto central do design de qualquer projeto, para atender necessidades a partir do pensamento e da criação de elementos que contribuam para o bem-estar físico e o equilíbrio emocional. Mas é o design a chave para um mundo mais acessível?

Acessibilidade no transporte público, nos prédios de uso coletivo, em universidades, hotéis, pontos turísticos e espaços públicos, e os direitos das pessoas com deficiência são assuntos cada vez mais discutidos, mas com mudanças ainda lentas. Produtos desenvolvidos de forma acessível são raridade, vendidos a preços muito elevados.

Todas essas questões estarão em pauta no debate aberto que o projeto ‘Diversidade na Rua’, da Mercur, promove nesta quarta-feira, 16, a partir das 19h.

A conversa será mediada por Carolina Fillmann (graduada em jornalismo pela Unisinos (RS), possui MBA em Marketing com ênfase em Gestão pela ESPM/RS, Mestrado em Design Estratégico pela Unisinos (RS) e atualmente é doutoranda em Design pela UFRGS) e Tainá Bueno (graduada em Design pela Fortium (DF), especialista em Branding pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó (SC) e mestranda em Design e Fatores Humanos pela UDESC).

“É a busca por permitir a interação e acesso universal, inclusive financeiro, diz Carolina Fillmann, que estuda estímulos precoces para crianças com deficiência visual por meio de materiais e tecnologias. “Na reprodução das ilustração para os livros táteis infantis, a partir do momento em que se considera as dificuldades do usuário, é possível projetar para um mundo mais inclusivo”.

Para Tainá Bueno, que pesquisa estímulos sensoriais, como tato e audição, em aparelhos eletrodomésticos para facilitar o manuseio por pessoas com com deficiência visual. “Acessibilidade está ligada à autonomia na mobilidade e na comunicação dentro de espaços urbanos. Existem normas para execução de projetos acessíveis, mas o fator mercadológico restringe os produtos que não regidos por lei. Bons projetos conseguem englobar o maior número de pessoas, mas isso ainda é um desafio”.

Para participar, basta acessar o www.diversidadenarua.cc debate e fazer um cadastro. As questões são lançadas pelos participantes e todas as respostas podem ser replicadas.

SERVIÇO
Debate aberto ‘Diversidade na Rua’
Tema: Design, ergonomia e acessibilidade
Data: 16 de agosto de 2017
Horário: 19h
http://www.diversidadenarua.cc/debate

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