“Para a mulher com deficiência, fazer a mamografia é muito dificil”

“Para a mulher com deficiência, fazer a mamografia é muito dificil”

Em live do governo de SP sobre o câncer de mama e as ações do Outubro Rosa, médica ginecologista do Hospital das Clínicas defende a ampliação de políticas públicas da saúde e destaca os desafios da prevenção entre as pessoas com deficiência.

Luiz Alexandre Souza Ventura

28 de outubro de 2020 | 12h17

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Tela retangular com fundo rosa dividida em cinco janelas. No alto, à esquerda, estão a secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência de SP, Célia Leão, sentada em uma cadeira de rodas, e a presidente do Fundo Social, Bia Doria, sentada em uma poltrona. À direita, uma janela com a imagem da médica ginecologista Albertina Duarte Takiuti e outra janela com a imagem da coordenadora de controle de doenças da Secretaria da Saúde, Regiane de Paula. Abaixo, à esquerda, uma faixa com as palavras 'ao vivo, outubro rosa, prevenção e saúde para todas'. À direita, uma janela com a imagem da intérprete de Libras. Crédito: Reprodução.

Descrição da imagem #pracegover: Tela retangular com fundo rosa dividida em cinco janelas. No alto, à esquerda, estão a secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência de SP, Célia Leão, sentada em uma cadeira de rodas, e a presidente do Fundo Social, Bia Doria, sentada em uma poltrona. À direita, uma janela com a imagem da médica ginecologista Albertina Duarte Takiuti e outra janela com a imagem da coordenadora de controle de doenças da Secretaria da Saúde, Regiane de Paula. Abaixo, à esquerda, uma faixa com as palavras ‘ao vivo, outubro rosa, prevenção e saúde para todas’. À direita, uma janela com a imagem da intérprete de Libras. Crédito: Reprodução.


Os desafios para incluir as mulheres com deficiência nas ações de prevenção ao câncer de mama, principalmente o estímulo ao autoexame e à mamografia, foram destacados pela médica ginecologista do Hospital das Clínicas de São Paulo, Albertina Duarte Takiuti, durante uma live do governo de SP que foi ao ar nesta terça-feira, 26, no Facebook e no YouTube.

A transmissão sobre as ações do ‘Outubro Rosa’ foi apresentada pela secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Célia Leão, e pela presidente do Fundo Social, Bia Doria, com participação da coordenadora de controle de doenças da Secretaria da Saúde, Regiane de Paula.

“Na questão da mulher com deficiência, o autoconhecimento é muito voltado para a deficiência. Então, precisamos reconstruir essa mulher como um todo”, afirmou a médica.

“A mamografia é importantíssima, mas para a mulher com deficiência, fazer a mamografia é muito difícil”, disse a ginecologista, que citou o programa ‘Sábado Sem Barreiras’, do Hospital Pérola Byington.

“Temos uma roda de conversa e as mulheres com deficiência confirmam essa dificuldade. Precisamos juntar o mamógrafo a uma cadeira de autoexame. Também existe o problema do papanicolau (exame para colher células do colo do útero) porque a mulher com deficiência costuma ter vergonha do próprio corpo”, comentou Albertina Duarte Takiuti.





Vídeo produzido pela Helpvox com a versão da reportagem na Língua Brasileira de Sinais.

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