“Pessoa com deficiência e comorbidade que não for vacinada pode chamar a polícia”

“Pessoa com deficiência e comorbidade que não for vacinada pode chamar a polícia”

Secretária da Pessoa com Deficiência e secretário da Saúde de SP falam sobre a vacinação contra a covid-19. "O governo federal é omisso", diz Célia Leão. "Somos obrigados a seguir o plano nacional", declara Jean Gorinchteyn.

Luiz Alexandre Souza Ventura

28 de maio de 2021 | 21h15

A secretária Célia Leão e o secretário Jean Gorinchteyn durante entrevista ao vivo. Fim da descrição. Crédito: Divulgação.

Descrição da imagem #pracegover: A secretária Célia Leão e o secretário Jean Gorinchteyn durante entrevista ao vivo. Fim da descrição. Crédito: Divulgação.


Em entrevista ao vivo para o VENCER LIMITES EM AÇÃO, no Instagram do blog Vencer Limites, a secretária estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência de SP, Célia Leão, e o secretário estadual da Saúde de SP, Jean Gorinchteyn, falaram sobre a vacinação da população com deficiência contra a covid-19.

A dupla criticou a seleção que prioriza apenas quem recebe o BPC (Benefício de Prestação Continuada) e exclui milhões de pessoas com deficiência.

Os dois esclareceram que pessoas com deficiência que também têm comorbidades e apresentam os laudos, mas estão sendo ignoradas nos postos de imunização, devem ser vacinadas.

“O governo federal é omisso”, afirmou Célia Leão sobre a compra de vacinas.

“Somos obrigados a seguir o plano nacional de imunização”, confirmou Jean Gorinchteyn, após declarar ser contra os critérios do Ministério da Saúde.

O vídeo completo está no IGTV do Instagram.com/blogVencerLimites.

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