“… retardado na apae …”

“… retardado na apae …”

Menina de 8 anos que tem síndrome de Down recebe bilhete anônimo com frases preconceituosas e a sigla 'B17'. Família acionou a polícia.

Luiz Alexandre Souza Ventura

04 Novembro 2018 | 13h56

IMAGEM 01: Menina de 8 anos que tem síndrome de Down recebe bilhete anônimo com frases preconceituosas e a sigla 'B17'. Família acionou a polícia. Descrição #pracegover: Pedaço de papel parcialmente amassado com linhas onde estão escritas as frases 'negro na senzala, gay no armário, retardado na apae', além da sigla B17. Crédito: Reprodução.

IMAGEM 01: Menina de 8 anos que tem síndrome de Down recebe bilhete anônimo com frases preconceituosas e a sigla ‘B17’. Família acionou a polícia. Descrição #pracegover: Pedaço de papel parcialmente amassado com linhas onde estão escritas as frases ‘negro na senzala, gay no armário, retardado na apae’, além da sigla B17. Crédito: Reprodução.


O preconceito não nasce conosco, mas pode ser construído, estimulando e incentivado no ambiente mais particular. Quando os exemplos externos fortalecem a discriminação, perpetuam a violência e autorizam o ataque, pessoas com deficiência são alvos certos. Em Passo Fundo (RS), uma criança de 8 anos, que tem síndrome de Down, recebeu um bilhete anônimo com três frases: “negro na senzala, gay no armário, retardado na apae”.

O conteúdo é acompanhado da sigla B17.

Quem achou o papel foi a mãe da menina, quando arrumava a mochila da filha para mais um dia de aula, em 24 de outubro. “Mostrei para meu marido. E fomos à polícia”, contou a médica veterinária Daniela Pimentel Chaves, de 43 anos, em entrevista para a Folha de S.Paulo.

O colégio onde a criança estuda há três anos, Instituto Educacional Metodista, abriu sindicância interna e afirma “condenar veementemente” a ação. “É desumano, racista, homofóbico e agressivo”, destacou Rubem Nei da Silva, diretor da escola.

O caso é investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente de Passo Fundo. “Ainda não temos indicação de autoria, mas vamos atrás, com testes de grafologia”, afirmou o delegado Mário Pezzi.

A menina atacada frequentou a Apae de Passou Fundo por três anos. Em nota, a instituição manifestou repúdio ao episódio.

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