Secom Acre/Divulgação
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1,2 mil famílias deixam suas casas por causa das enchentes no Acre

Situação mais grave é a da cidade de Brasileia, onde 631 famílias ficaram desabrigadas por causa da cheia do Rio Acre

Itaan Arruda , Especial para O Estado

24 de fevereiro de 2015 | 18h01

RIO BRANCO - Mais de 1,2 mil famílias estão desalojadas ou desabrigadas nos cinco principais municípios atingidos pela cheia do Rio Acre. A situação mais grave, neste momento é na cidade de Brasileia, região de fronteira com a Bolívia, distante aproximadamente 240 quilômetros da Capital.

Praticamente toda a cidade está submersa ou foi atingida pelas águas do Rio Acre. Só nesta cidade, são 631 famílias desabrigadas que estão em casas de parentes na vizinha Epitaciolândia (também com outras 232 famílias atingidas).


A Eletrobras Distribuição Acre informou que cortou o fornecimento de energia elétrica por questão de segurança. A cidade está isolada porque a ponte metálica que liga Epitaciolândia a Brasileia foi tomada pelas águas.

Em Rio Branco, a situação tende a piorar. Com 212 famílias desabrigadas em quatro bairros e na zona rural, o prefeito da cidade decretou situação de emergência. Uma reunião com toda a bancada federal do Acre ocorre na tarde desta terça-feira, 24, no Ministério da Integração para definir ações emergenciais.

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