Polícia Militar
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Três morrem após queda de helicóptero sequestrado em Joinville

1 vítima foi resgatada e está internada com queimaduras no corpo; aeronave usada em passeios turísticos teria sido roubada

Aline Torres, especial para o Estado

08 Março 2018 | 18h40
Atualizado 09 Março 2018 | 16h58

FLORIANÓPOLS - A queda de um helicóptero em Joinville, no norte de Santa Catarina, matou três pessoas na na tarde desta quinta-feira, 8. Uma quarta vítima, identificada com Daniel da Silva, de 18 anos, foi resgatada com vida e está hospitalizada no Hospital São José com queimaduras no corpo.

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As vítimas são o piloto Mário Franco Aguiar, de 57 anos, o copiloto e um passageiro.

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De acordo com o 17º Batalhão de Polícia Militar, o helicóptero caiu por volta das 15h45 próximo a várias casas, na servidão Adenilda Roeder, no bairro Paranaguamirim, e depois pegou fogo. Nenhuma pessoa foi atingida no solo.

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A linha de investigação da Polícia Civil é que a aeronave foi sequestrada. Sua rota normal seria os passeios panorâmicos do Parque Beto Carreto World, em Penha, porém estava sobrevoando Joinville, a 174 quilômetros de distância.

De acordo com a PM, duas armas foram encontradas nos destroços, uma pistola e um revólver. Outras informações ratificam a hipótese. A queda foi perto do Presídio Regional de Joinville, e o sobrevivente é detento do regime semiaberto - o piloto teria encaminhado um código alertando que a aeronave havia sido sequestrada.

O Beto Carrero World lamentou, em nota, o acidente aéreo.

"Lamentamos a queda de uma aeronave pertencente à empresa Avalon Taxi Aéreo, que terceiriza o serviço de voos panorâmicos no Beto Carrero World. Segundo informações da Avalon Táxi Aéreo, a aeronave não estava operado nas rotas oferecidas de serviços pelo Parque" afirmou.

A empresa responsável pela aeronave, a Avalon Táxi Aéreo, não atendeu as ligações da reportagem.

A Polícia Civil e o Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) estão investigando o acidente.

O município de Joinville tem sido alvo de constantes ações policiais, pois é considerado alvo de disputa de facções pelo mercado de drogas.

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