Acordo não cumprido

O governo dá aos alunos do Programa Universidade para Todos (ProUni) que estudam em período integral, como os estudantes de medicina, a bolsa permanência, no valor de R$ 300. Mas, como ocorre todos os anos, ainda não recebemos o benefício de fevereiro, março e abril. Fazem propaganda sobre a inserção de alunos carentes, porém, para permanecermos na faculdade é preciso que o governo cumpra com seu compromisso. Muitos ficaram abismados com as denúncias de alunos que não se enquadram nas exigências estabelecidas para concorrer ao direito de receber a bolsa de estudos. Entretanto, a maioria tem dificuldades diárias para conseguir continuar no curso. Estudamos para contribuir com a formação de uma sociedade mais sólida, mas para lograrmos isso temos de nos humilhar e mendigar nosso direito. GABRIELA GAIAAlfenas (MG)A Assessoria de Comunicação Social da Secretaria de Educação Superior/MEC esclarece que a bolsa permanência é um programa que oferece uma complementação de renda aos bolsistas do ProUni que estão matriculados em cursos de alta carga horária, como forma de auxiliar sua permanência no ensino superior. Explica que o valor deve ser depositado para todos os beneficiários conjuntamente. Justifica que, como novos alunos ingressam no programa a cada de semestre, é preciso aguardar todo o processo seletivo antes de destinar os recursos aos estudantes e que, por isso, há um período de atraso decorrente do calendário adotado em cada processo seletivo. Diz que, exceto nesses meses que aguardam o processo seletivo, as bolsas são depositadas aos alunos na primeira quinzena de cada mês.As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.