Acordos foram descumpridos

Uma série de compromissos assumidos pelo Estado e pela SuperVia no contrato de concessão, assinado no dia 17 de setembro de 1998, nunca saiu do papel. O não cumprimento das obrigações está documentado nos seis termos aditivos desde o início da concessão até hoje. O primeiro deles, em 2001, passou para o Estado a responsabilidade pela compra dos trens refrigerados. No ano seguinte, governo e concessionária atestam que o Estado "não viabilizou integração entre a SuperVia e os outros modais". Das cinco estações previstas, nenhuma foi inaugurada. A SuperVia modernizou apenas cinco. A não renovação da frota fica evidente em 2004. O Estado assume arcar com "fornecimento de peças e materiais'' do Programa Estadual de Transportes (PET), que previa reforma dos trens. Agora, a previsão é de em 2010 atraso e superlotação sejam superados, com a chegada de 30 trens prometidos pelo governador Sérgio Cabral Filho.

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