Acordos não cumpridos

Em 5 de fevereiro pedi o cancelamento do meu Speedy e, para não ter propostas indecorosas para continuar com o serviço, disse que vendera meu computador. A atendente deu um número de protocolo e aceitei sem questioná-la sobre a quantia cobrada pelo serviço na fatura de 21 de fevereiro, já que estava certa de que em março não haveria mais cobrança. Não foi o que aconteceu. Como a conta da Telefônica era em débito automático, não tive como cancelá-la. Entrei em contato com o SAC e o site da empresa para fazer a reclamação. A atendente me informou que seria creditado o valor cobrado a mais em minha conta ou descontado na próxima fatura. Porém não devolveram o valor nem descontaram o mês de março na fatura. Para piorar, cobraram-no novamente. Telefonei para a Central de Atendimento e descobri que apenas o serviço Detecta fora cancelado e que eu teria aceitado um desconto para continuar como cliente Speedy! Um absurdo! Essa funcionária mentiu. Gostaria de ouvir a gravação do telefonema que eu fiz naquele dia. Ou sou eu quem tenho de gravar? O que terei de fazer para a Telefônica assumir os cancelamentos e devolver o valor indevido cobrado por dois meses?PAULA KASPARIANSão PauloA Telefônica informa que cancelou o serviço mencionado pela leitora sra. Paula, sem ônus financeiros à cliente. Diz que entrou em contato com a cliente para fornecer os esclarecimentos necessários.A leitora comenta: O caso não foi resolvido. A Telefônica está mentindo.Pequenos viajantesPor que a TAM cobra R$ 100 de taxa para menores? Minha sobrinha, com 11 anos, viaja desacompanhada desde os 5 anos sem nunca recorrer aos cuidados de tripulantes das companhias. Por que essa cobrança, se outras empresas não a fazem?GILMAR HENRIQUE DOS PASSOSSão PauloA gerente de Relações com Imprensa da TAM Linhas Aéreas, Carla Dieguez, esclarece que a companhia criou o serviço especial de atendimento a menores de 5 a 12 anos de idade desacompanhados para aumentar a segurança e o conforto dos passageiros e dos pais. Para voos domésticos, a taxa é de R$ 100. Esclarece que a prática é usual entre as empresas aéreas internacionais que buscam oferecer uma recepção confiável e adequada, e que há funcionários com treinamento e formação específica exclusivos para a tarefa. A companhia inaugurou em Guarulhos uma sala para acomodar esses clientes, acrescenta.Perigo no MaspO vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), cartão-postal da cidade, está uma imundície, com colchonetes e moradores de rua. Onde está a administração do Masp, os seguranças ou os vigilantes que deixaram a situação chegar a esse ponto?THELMA PRADO DA S. GAMEIROSão PauloO superintendente do Masp, Fernando Pinho, esclarece que essa área é pública e a administração do Masp sempre solicita providências para a resolução do problema para a Polícia Militar, Guarda Civil Metropolitana, Secretaria do Bem-estar Social, entre outros departamentos da Prefeitura e do Estado. Pinho diz que ouve de todos a mesma explicação, de que nada podem fazer. "Se o poder público - com suas polícias qualificadas - nada pode fazer, muito menos nossos seguranças e vigilantes o podem; eles já foram ameaçados, inclusive com faca por esses transeuntes, muitas vezes drogados e bêbados", diz. Acrescenta que essa ocupação inadequada põe em risco a segurança do museu e que continuará pedindo providências. Lixo reciclávelHá 3 ou 4 anos, na Praça Rotary, a Prefeitura colocou um contêiner para receber lixo reciclável que foi destruído por vândalos e não foi reposto. Não muito longe, na Rua Santa Isabel, no quintal frontal da Coordenação da Vigilância Sanitária, havia três contêineres. No final de abril, eles foram retirados porque as pessoas depositavam lixo orgânico no local. Mais uma vez a punição foi para quem recicla! Para que serve um vigilante no local? MARCIO JOSE PORTASão PauloA Assessoria de Imprensa da Secretaria de Serviços esclarece que os contêineres foram removidos dos locais citados porque não estavam sendo usados de forma correta. Informa que a Rua Santa Isabel é atendida pela coleta de material reciclável todas as quartas-feiras, no período diurno, pela concessionária Loga, e que mais esclarecimentos podem ser obtidos pelo Alô Limpeza: (11) 3229-3666 ou (11) 3229 -3293. As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

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