Acusado de causar acidente de trânsito é solto no DF

Prisão preventiva era considerada ilegal porque o MP não havia apresentado denúncia contra o acusado

Solange Spigliatti, estadao.com.br

16 Outubro 2007 | 12h43

O professor de educação física Paulo César Timponi, de 49 anos, saiu da cadeia na noite desta segunda-feira, 15, após o Tribunal de Justiça do Distrito Federal conceder um habeas corpus. Timponi é acusado de participar de um "racha" que causou a morte de três mulheres no sábado, 6, na Ponte Juscelino Kubitschek, que liga a área central de Brasília ao Lago Sul, bairro nobre da cidade.   Segundo a desembargadora Sandra de Santis, a prisão preventiva do professor de educação física era ilegal, já que o Ministério Público não havia apresentado denúncia contra o acusado. Timponi estava preso desde o dia 10 deste mês. Depois que a desembargadora concedeu o habeas corpus, o promotor de justiça do Ministério Público Maurício Silva Miranda denunciou Timponi pelo crime de homicídio doloso (com intenção de matar) qualificado.   Junto à denúncia, o promotor pediu a prisão preventiva de Timponi, que pode retornar para a delegacia nesta terça-feira, 16. Exames da perícia confirmaram que, além de bebida alcoólica, havia cocaína e maconha no carro de Paulo César Timponi. Ele já acumulava multas, a maioria por excesso de velocidade.

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